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ALQUIMIA ,OS ALQUIMISTAS E A TRANSFORMAÇÃO

ALQUIMIA ,OS ALQUIMISTAS E A TRANSFORMAÇÃO
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O que é a Alquimia?

 

O ideal alquimista não constitui a descoberta de novos fenômenos, ao contrário do que procura cada vez mais intensamente a ciência moderna, mas sim reencontrar um antigo segredo, que ainda é inacessível e inexplicado para a maioria. Ela não é constituída somente de um caminho material, como por exemplo a transmutação de qualquer metal em ouro. Antes de tudo a alquimia é uma arte filosófica, uma maneira diferente de ver o mundo.

Não podemos, no entanto, separar o material do espiritual, uma vez que na Terra estamos encarnados em um corpo, onde um sofre influência do outro, pois na realidade tudo é uma coisa só, uma unidade, o ser humano. Na alquimia ocorre a transmutação da matéria e do espírito ao mesmo tempo.

 

 

O alquimista adquire conhecimentos irrestritos da natureza, se pondo em um ponto especial de observação, vendo tudo de maneira diferente. Seria como se uma pessoa pudesse ver tanto o aspecto físico nos mínimos detalhes bem como as energias associadas a este corpo. O alquimista estaria em contato total com o universo, enquanto que para todos nós este contato é apenas superficial.

Na realização da Grande Obra, o alquimista consegue obter a pedra filosofal e modificar sua aura eliminando a cobiça e a avidez. Descobre que o ouro material não tem grande valor quando comparado ao ouro interno, ou seja, o caminho espiritual é infinitamente mais importante que as coisas materiais. Todos deveriam se contentar com o básico para sobrevivência do corpo e se dedicar por inteiro a busca de um aperfeiçoamento espiritual.

 

O QUE FAZIAM OS ALQUIMISTAS

 

Os alquimistas de ontem misturavam ingredientes, fundiam metais, criavam fórmulas e traduziam – numa linguagem simbólica expressa por figuras e textos – a jornada da alma. A transformação sobre as quais falavam ainda hoje se dá em nossos corações. Veja como identificar os processos alquímicos que acontecem dentro de nós e compreenda as etapas da vida com base nesse reconhecimento.

Transformar chumbo em ouro: esse era o objetivo maior dos alquimistas, certo?  Mais correto seria dizer: transformar uma matéria densa e pesada, como o chumbo, em algo precioso e reluzente, como o ouro.

Os alquimistas certamente empregavam uma linguagem simbólica para falar de uma realidade interna que surgia no processo de transmutação dos metais com os quais lidavam em seus laboratórios. Enquanto ficavam destilando líquidos, fundindo materiais, aquecendo e esfriando substâncias para obter o tal ouro – ou a pedra filosofal -, produzia-se também uma enorme modificação interna, que acompanhava paralelamente todas as fases feitas em laboratório e culminava com a transmutação do alquimista. Ele próprio se tornava uma pedra filosofal, alguém cujo interior brilhava e reluzia como o ouro. Assim unia seu coração a Deus e se transformava numa faísca reluzente do amor divino.

Somente os homens de coração puro e intenções elevadas serão capazes de realizar a Grande Obra.

 

 

A corrida atômica se intensificou durante a Segunda guerra mundial, onde vários cientistas desenvolveram a bomba atômica que viria a ser a maior ameaça para a sobrevivência da Terra. Se os alemães tivessem tido acesso a estes conhecimentos antes, não teria sobrado muita coisa em nosso planeta. Portanto se os cientistas tivessem mais consciência e um maior conhecimento das conseqüências de suas descobertas, não teriam divulgado muitas coisas.

Os alquimistas já conheciam o poder e os perigos da energia atômica a muito tempo e não divulgaram em função dos riscos inerentes de uma má utilização destes conhecimentos. Por isso existe um grande segredo em torno da alquimia.

A ciência na atualidade se especializou tanto que cada vez mais os cientistas estudam uma parte menor de determinada área. Acreditam que com isso podem avançar muito mais em determinada direção. Assim, perdem a visão do todo, tornando-se menos conscientes da utilização de tais pesquisas, quer seja para o bem ou para mal.

 

Os cientistas estão mais preocupados com a fama e dinheiro do que com o próprio sentido da ciência. Eles podem ser comparados a empresários capitalistas pois para a maioria o caminho é unicamente material. Quando pensam no aspecto espiritual este se encontra dissociado de tudo o quanto mais acreditam. Eles são os sopradores modernos.

O alquimista é o estudante assíduo da alquimia, aquele que busca o caminho para a iluminação. O soprador é um mercenário que só se interessa pelo ouro que ele poderá produzir e o Adepto é o alquimista que realizou a Grande Obra, ou seja um iluminado.

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